Em números, o Microempreendedor é definido por alguns dígitos durante toda a trajetória, entre os principais, está a quantidade de faturamento atualmente fixada em 81 mil reais anuais. Os fatores essenciais que estimulam milhões de brasileiros a optarem por essa modalidade são:

  • Conseguir vender para o governo.
  • Emissão das notas fiscais.
  • Ter poder de negociação com fornecedores.
  • Salário-maternidade.
  • Auxílio-doença.
  • Pensão por morte.

 

Além desses, o mais desejado na maioria dos casos é a aposentadoria. Sendo capaz de receber tudo que foi investido durante anos, mas que agora ter um retorno muito oportuno. Entretanto, é preciso conhecer os principais alicerces que estarão presentes e precisam acompanhar você a alcançar o tão sonhado objetivo.

Como se inscrever no MEI?

É muito comum o empresário começar a ganhar dinheiro com suas atividades e não estar formalizado. Passando os anos, a cobrança chega e para se aposentar não bate o tempo de contribuição necessário.

A boa notícia é que você pode realizar essa primeira etapa por conta própria e tendo apenas alguns itens como:

  1. RG.
  2. Dados de contato e endereço.
  3. Atividade econômica realizada, forma de atuação e local onde o negócio é realizado.
  4. Título de eleitor ou número da Declaração de Imposto de Renda

 

Algo que precisa ser considerado antes de optar por esta modalidade de criação do CNPJ é confirmar se a sua atividade está amparada por ela. Assim, confira na lista que o governo criou que dá uma prévia delas.

Como consultar a situação da minha aposentadoria?

Felizmente, o governo lança soluções digitais constantemente, com o fim principal em facilitar a vida dos usuários que estão precisando acessar os serviços governamentais. Com isso, o seu principal serviço é o Gov.br que unifica diversas áreas e secretarias em apenas um lugar e você pode usar o mesmo login de acesso para todas.

Para criar uma conta é simples, você precisar entrar no site ou no aplicativo e ter já em mãos as seguintes informações:

  • CPF.
  • Nome completo da sua mãe.
  • Data de nascimento.
  • Local de nascimento.

 

Caso você queira realizar a instalação do aplicativo, o governo já oferece soluções tanto para IOS, quanto para Android.

Como funciona a aposentadoria do MEI?

Assim como outros segmentos, o pagamento das taxas do MEI garantem que você se aposente sim pelo INSS. Com isso em mente, tudo que você pagar ou deixar de pagar através do DAS MEI ( Documento de Arrecadação do Simples Nacional do Microempreendedor Individual) impactará diretamente o seu futuro de aposentadoria.

Caso tenha problemas no processo de aposentadoria do seu MEI, o ideal é sempre buscar um advogado especialista na área.  Assim, ele já conhece todas as alternativas possíveis e ajuda você a diminuir o tempo que perderia tentando fazer o processo inteiro sozinho. 

Dessa forma, o valor investido nele, em muitos casos sai de graça, afinal, você irá receber a vida inteira a aposentadoria que resolveu naquele instante.

Quais os tipos de aposentadoria do MEI?

Apesar de ser um termo genérico, a aposentadoria envolve diversas condições que as pessoas precisam cumprir e se enquadrar nas categorias já determinadas como:

  • Idade: A idade difere para 62 em mulheres e 65 para homens até o momento, com o tempo mínimo de contribuição fixado em 15 anos de pagamento das taxas como MEI.
  • Especial: Caso tenha que enfrentar algum tipo de periculosidade no cotidiano, há exceções que são enquadradas aqui. Apesar do INSS muitas vezes não oferecer, é um direito.
  • Tempo de contribuição: Em regra, 30 anos de contribuição para as mulheres e 35 anos de contribuição para os homens. 
  • Invalidez: Acidentes podem acontecer a todo momento, entretanto, para ter a certeza de que está segurado pela aposentadoria é preciso ter pelo menos 12 meses de contribuição.

4 Maneiras de complementar sua aposentadoria

1.Aposentadoria privada

Apesar da aposentadoria fornecida pelo INSS tentarem satisfazer as necessidades como aposentado. Em alguns casos não são suficientes para atender as demandas básicas como as de Saúde que começam a consumir grande parte do orçamento.

Você pode conferir as diversas opções de previdência privada com o banco que você mais usa no cotidiano. Uma oportunidade de conseguir ofertas e ainda ter um adicional ao aposentar.

2.Aluguéis

Mesmo a aposentadoria sendo bastante útil, alguns empreendedores optam por realizar o pagamento de financiamento dos imóveis com o passar do tempo. Dessa forma, é comum com o passar do tempo ter aquela renda que complementa a sua aposentadoria e sem contar o valor do imóvel.

Sendo possível de utilizar como fluxo de caixa ou para atingir outros objetivos pessoais que ainda não foram concretizados por você.

3.Investimentos

Com a diversidade de Bancos digitais é possível investir atualmente até pela mesma instituição que você usa seu cartão de crédito. Tendo opções que prometem trazer retornos a longo ou curto prazo, mas que será preciso se atentar em alguns pontos antes de bater o martelo como:

  • Taxa da administração que você realizou o aporte.
  • Como é o processo de declaração no Imposto de Renda?
  • Quando você conseguiria sacar se quisesse tirar o dinheiro o mais rápido possível de onde colocou inicialmente?

4.Terceirize sua empresa

Como MEI, você não pode contratar mais do que um funcionário para trabalhar na empresa. Assim, em uma possível falta ou ausência no cotidiano da empresa será redirecionado para este trabalhador as principais obrigações.

Desse modo, capacitá-lo é uma das melhores maneiras de evitar problemas. Com isso em mente, foque apenas no essencial e o que não for de especialidade interna, busque profissionais externos terceirizados.

Conclusão

A vida do microempreendedor parece nunca ter fim, mas é preciso entender que isto é um ciclo e como todos, terá um fim e se planejar agora não é apenas um exercício para ativar sua ansiedade. Mas algo que deveria já ser acompanhado desde o primeiro dia da sua aprovação como empreendedor.

Justamente para evitar aqueles tradicionais problemas que ocorrem e ajudam a adiar o sonho de “pendurar as chuteiras”. Em alguns casos, levando a pessoa a desistir de um direito assegurado pela constituição.

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